sexta-feira, 4 de setembro de 2015

FALÁCIAS AMBIENTAIS

Para findar a falácias ambientais sobre o que é mais, ou menos impactante ao ambiente.
Antes de dar fé ao senso comum, temos que avaliar os impactos gerados pelo produto durante sua produção, usos e descarte (ou seja, seu ciclo de vida).


No que tange a produção devemos avaliar não só o insumo utilizado na formação do produto, mas também o impacto gerado pela produção da energia necessária a sua produção.
Por exemplo, quando falamos dos impactos negativos do uso indiscriminado e do descarte irregular. É bom lembrar que os plásticos são produzidos com a fração mais densa e menos “nobre” do petróleo. As naftas, que se não usadas para produção dos “terríveis” plásticos teriam que ser devolvidas a natureza, e garanto que tal ação seria muito mais degradante que o uso dos copinhos de plástico, por exemplo.

A propósito a reciclagem das latinhas de alumínio foi à frente, porque produzir alumínio demanda além do minério, uma quantidade astronômica de energia elétrica. Também se encontra nesta mesma situação o vidro. E mesmo em nosso país que possui uma matriz energética baseada nas hidrelétricas, o impacto do consumo de energia é elevado. Lembrem-se da Belo Monte, e Itaipu. E não vamos falar de Angra e das Termoelétricas.

Então o problema dos plásticos não esta nele, está numa política ainda de gestão de resíduos sólidos.
Outra questão tange ao fato que quanto maior o consumo de combustíveis fósseis, maior a quantidade de insumos para a produção de plásticos.

Então que tal mudar seu discurso pseudoecológico, e deixar seu belo carro na garagem, comprar uma bicicleta, e de brinde levar uma garrafinha, para não utilizar os copinhos plásticos.

Roger Coutinho

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